Marinho, do Ceará, dá a entrevista mais hilária dos últimos tempos

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E o que podemos falar da entrevista do jogador Marinho, no final do jogo entre Ceará e Santa Cruz? Ele marcou 2 gols do empate em 3×3, um aos 49 do segundo tempo.

Na saída, Marinho, que estava feliz com o resultado, resolveu dar entrevista para alguns repórteres, com toda sua simplicidade…

Que m#rd@, hein!
… to cansado, cara.

Marinho, também conhecido como Pogba genérico.

  • Ricardo Silveira

    Ainda procuro a lógica em se punir alguém por comemorar um gol tirando a camisa…

    • Eu também pensava assim, mas agora entendo o lado do clube e dos patrocinadores.

      Na hora em que o jogador é o foco das atenções (depois do gol), por conta da mídia e talz, ele tira a camisa e ignora a “marca” que paga o salário dele e que quer aparecer.

      • Andre

        E o que futebol tem a ver com isso?!
        Mais uma vez o poder midiático nas entranhas do esporte.
        O jogador deveria receber uma multa ou penalidade do clube/patrocinador.

        • O futebol é um negócio, cara.
          Precisa de dinheiro para se manter e pagar suas contas. Bem ou mal, são os patrocinadores que entram com a maior parte dessa grana.

        • Plinio Barra

          Tem tudo a ver. Futebol deixou de ser apenas um esporte, um hobby, há muito tempo. Hoje é negócio…e dos que rola mais dinheiro no mundo.

        • Andre

          Sim eu concordo com vocês dois que o motivo é esse. Mas não deveria, certo? O cara fez o gol, comemora do jeito que quer. Essa influência do dinheiro entrar nas regras do jogo que é o fim da picada.

      • Ricardo Silveira

        Aí você pune o jogador, expulsa-o da partida por causa disso, e aí o cara que de fato faz gol e pode promover a sua marca mais vezes não poderá atuar por pelo menos mais uma partida. Até olhando a nível de marketing isso não me parece funcionar muito bem.

        O cartão amarelo é uma regra da partida, do esporte, e que é resultado de um desrespeito que pôs em risco a integridade física dos outros competidores ou da moral do esporte. Não é nenhum dos casos. Se o problema é com patrocinador, faria mais sentido o próprio patrocinador punir o atleta com um desconto. Não só surtiria efeito prático, pois quando dói no bolso, as pessoas aprendem melhor a lição, além de não gerar esses desconfortos.