Uma experiência sobre Racismo

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O que você faria se uma pessoa negra pedisse para traduzir uma publicação, feito no Facebook dele em um idioma que ele não dominava, e descobrisse que o conteúdo era racista e com agressões contra ele?

Uma agência da Lituânia resolveu fazer essa experiência com algumas pessoas aleatórias que haviam se candidatado para participar de uma seleção para comerciais de publicidade.

O rapaz negro, que era um ator que fingia aguardar também para a seleção, solicitava a ajuda de outras pessoas para traduzir o texto, já que estava há pouco tempo no país. Veja a reação delas ao verem o que estava escrito:

O pior é que coisas assim acontecem a todo instante, em todos os cantos do mundo.
Fico pensando por que essas pessoas se julgam diferentes e superiores pela cor da pele.

Obrigado ao canal Legendadus pela tradução.

  • MANO, SO NÃO CHOREI PORQUE …. SEI LÁ ESTOU NO TRABALHO =/

  • Cintia Camargo

    Emocionante, não segurei o choro :/

  • Andre Correa

    Impressionante a mudança de feição das pessoas enquanto leem.

  • Claudemir Junior

    O problema do mundo é que existe muitos babacas nele, mas ainda há esperança.

  • Ricardo Sephi Santicioli

    Semp´re que vejo algo ruim, lembro de um trecho que o Rocky diz para seu filho no filme:
    “o mundo é um lugar sujo e cruel…”

  • Júlio Domeneghini

    De arrepia o video.

  • Diego Dos Santos

    São verdadeiros idiotas, exemplo aqui no Brasil, são essas cotas para negros em concurso público, em faculdades. Uma verdadeira palhaçada. Somos todos iguais Vídeo realmente emocionante !

    • Felipe

      Se somos todos iguais, porque no ensino superior público, não temos uma representação correspondente as características de nossa população que possuí por volta de 50% de negros e pardos?

      • Silmar Lara

        Correção, Felipe. No ensino superior público não somos divididos em brancos, negros ou pardos e sim em ricos, provenientes de escola particular e pobres, da escola pública. Pergunte-se porque é que esse processo privilegia o aluno que teve acesso à educação de melhor qualidade e não analise por esse fator racial. Existem brancos pobres e negros ricos que são prejudicados e favorecidos, respectivamente, pelo sistema de cotas raciais onde o certo seriam cotas sociais.

        • Felipe

          Silmar, eu sou sim mais favorável ao sistema de cotas sociais do que o sistema de cotas raciais, pois dariam, no final das contas, na mesma coisa, já que quem está na favela é, prioritariamente, negros e pardos. Eu sei bem a diferença que há no processo de educação entre pobres e ricos, e, apesar de concordar parcialmente com as cotas vigentes, as acho uma triste manutenção de todo um sistema educacional falho desde a educação mais básica. Agora o que me irrita são essas pessoas com esse papinho de “somos todos iguais”, não, não somos não. Pode até ser que a lei em teoria aplique esse conceito bonitinho de “somos todos iguais”, ainda bem, mas nas ruas não é isso que acontece. É engraçado fazer piadas com negros. Se as escolas públicas são prioritariamente brancas, as cadeias são prioritariamente negras. Quem entra em um prédio comercial para comandar uma empresa é prioritariamente branco, quem limpa o chão desse prédio é prioritariamente negro (não há nada de indigno em trabalhar com limpeza, mas tenho certeza que essa pessoa gostaria de ter estudado e teria a mesma possibilidade de ser um grande empresário se não tivessem lhe jogado em um mundo racista que o coloca no meio das piores situações possíveis. Por todos esses fatores, apesar de preferir as cotas sociais, não sou desse tipo que adora atacar pedras na cotas raciais como se elas fossem tão absurdas, não, elas não são tão absurdas assim, e, falando através de “achismo” mesmo, acredito fortemente que se aplicassem as cotas sociais, as reclamações se manteriam, pois alguns acreditam que é a mesma coisa estudar sem cadernos, sem incentivos, sem comida, sem estrutura, sem transporte, etc…pois na cabeça de alguns todo mundo é igualmente reverenciado pela meritocracia.

          • Flora Luiza

            Acho que deveria ser 50% para quem vem de escola particular e 50% para quem vem de escola publica! Deficientes de qualquer tipo teria entrada automática! Fim, afinal é a forma mais justa!

  • Vídeo Excelente! Interessante como o rosto das pessoas mudavam automaticamente de expressão, bem como as pessoas ficaram totalmente constrangidas!! I felizmente ainda existem pessoas assim no mundo, que tratam os seus semelhantes, sendo que no final, todos iremos ter o mesmo fim…

  • Felipe

    A ideia é muito inteligente em transferir a sensação de preconceito e como lidar com ele para o branco. Quando a pessoa lê, ela é que tem de escolher como reagir aquilo, não igual um negro que sofre racismo em seus dias, mas uma fagulha do que ele sente. Muito bom!

  • HRoger Roger HRoger

    Ainda há fé na Humanidade. Fico feliz por saber que nem todos são assim

  • Simone Zanella

    CHOREI!
    não dá pra entender…

  • Delvan Sousa

    …OLHOS SUANDO MUITO AQUI!

  • Vinícius

    Eu não entendi.

  • Flora Luiza

    Mostra que tem gente boa e gente ruim em muitos lugares do mundo!